@caio_acpa
E eu continuo indo, seguindo meu caminho. Mudando, errando, mas principalmente, aprendendo com o que eu erro. Não me preocupo se minha evolução é lenta, contanto que ela seja pra melhor.
Tati Bernardi (via romantizar)
Porque todos os dias eu nasço de novo, com a esperança que a tristeza fique na outra vida.
Tati Bernardi  
Todo mundo sente uma vontade de contar sua história.
E de reviver uma época de sua vida. Um momento. Uma fase.
A infância esquecida. A descoberta da vida. A primeira decepção, a segunda decepção…
Aquela fase que tudo parece mais fácil, tudo parece girar ao nosso favor.
E sua maior preocupação era fazer a lição de casa que ficou esquecida num canto qualquer.
Crescer é difícil.
E você sente como se o passado fosse melhor que o agora.
E deseja voltar.
Mas essa infância não tem como voltar. Esse momento não tem como reviver.
Nessa estrada de nome “Vida” não tem placas de retorno. Apenas, “siga em frente.”
Com dor, ou sem dor, é preciso seguir!
-Caio Araujo
— Doeu?
Suspirou.
— Claro que doeu, mas ninguém precisava saber, então sorri.
Lucas Gabriel   (via epdemic)
Hoje eu queria um abraço daqueles que te sufoca de tão apertado e te protege de tudo.
Caio Fernando Abreu   (via epdemic)
Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.
Martha Medeiros (via epdemic)
Tolo é quem põe culpa no amor por não ser sábio o suficiente para amar.
Acrescentada. 
A gente precisa mesmo é ser precisado. Sentir-se essencial ao invés de especial. Sentir que não vai deixar saudades, e sim um buraco enorme no peito se partir. Ás vezes a gente provoca ciúmes pra ver se ele realmente existe. A gente é dependente de atenção, e se não o tiver, a gente chama. O que a gente precisa é de gente que seja da gente. De verdade, por inteiro, não só até a próxima festa, mas de janeiro até janeiro.
Juliana Ribeiro. (via resigno)
Aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite, que grandes amigos podem se tornar grandes inimigos, que o amor sozinho não tem a força que imaginei. Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno, que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para conhecer a nós mesmos. Que os poucos amigos que te apoiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram. Que o “nunca mais” nunca se cumpre, que o “para sempre” sempre acaba, que minha família com suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso. Que ainda não inventaram nada melhor do que colo de mãe desde que o mundo é mundo, que vou sempre me surpreender, seja com os outros ou comigo. Que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido tudo.
William Shakespeare  (via resigno)
Sempre fui de me doar. Ouvia, ajudava, consolava, me importava. E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros. Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmios ou troféus. Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humana e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão. Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco. Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e menos da dos outros. Não quero morrer santa, quero morrer feliz. Então, a rebelião. Como assim? Onde ela está? Por que sumiu? Ai, meu Deus, como mudou. Não, eu continuo a mesma. Só que até o mesmo se transforma. E percebe que, guarde isso, ninguém vai andar ao seu lado. A gente aprende a caminhar sozinho, pode até ter o auxílio de alguma mão, um apoio, mas os passos são dados por você.No meio do caminho, entre acontecimentos, atalhos e força, você percebe que precisa abrir uma brecha para a fragilidade se instalar. E que chorar alivia a alma. Mais do que isso: abrindo a janela pra fragilidade é que você descobre o quanto de força ainda resta para seguir em frente.
Clarissa Corrêa.